Vitor Araújo – [[ M-II ]] LT’s Post-Studies
Lançamento
2022
2016
“Levaguiã Terê” (2016), segundo álbum de estúdio de Vitor Araújo, é uma obra experimental que expande os experimentos do seu disco anterior, A/B. Com composições próprias, vozes em coro e arranjos de corda, o álbum explora um universo sonoro único, influenciado por Björk, The Knife, Animal Collective e, principalmente, Radiohead. Dividido em duas partes, o disco apresenta temas orquestrais intensos e provocativos, como a faixa de abertura “Rando Fálcigo: Toque Nº 1”, demonstrando o esmero do artista na construção de uma arquitetura sonora épica e repleta de detalhes. Uma jornada musical que ganha novos significados a cada movimento orquestral e alteração melancólica, buscando novas possibilidades e texturas na música de vanguarda.
![Vitor Araújo – [[ M-II ]] LT’s Post-Studies](https://cenaindie.com/wp-content/uploads/2025/10/vitor-araujo-m-ii-lts-post-studies-32764.jpg)
2022
![Vitor Araújo – [[ M-I ]] LT’s Post-Studies](https://cenaindie.com/wp-content/uploads/2025/10/vitor-araujo-m-i-lts-post-studies-31832-scaled.jpg)
2021

2012

2008
Vitor Araújo surgiu como o prodígio que pisava no piano. À primeira vista, era o pianista de All Star. Aos poucos, foi sendo descoberto como o músico erudito que improvisava, e que nas terras de polêmicas armoriais havia desafiado o frevo, o indie e o conservatório. Hoje, essa fase começa a ficar para trás, e Vitor Araújo passa a ser o pernambucano parceiro de Junio Barreto, convidado de Otto e fã de Mombojó, que ainda por cima é a revelação do ano de 2008 para a Associação Paulista de Críticos de Arte. Aliás, entre os pernambucanos que um dia foram ídolos do ainda garoto de 20 anos, ele é Vitaraújo. Com sotaque, por favor. Assim, Vitaraújo é o rosto mais novo de uma geração que saía da infância quando Chico Science rufou as primeiras alfaias e deu o choque na lama estagnada de Recife e Olinda. O que era do manguebeat, há uns quinze anos, hoje é uma capital que abarca não só maracatu, cirandas, funks, rocks e hip hops, mas cinema, musas, música pra roçar e um piano nada deslocado. É da confusão de uma grande cidade que ferve que Vitinho (não esqueça o sotaque) tira a concentração para marcar suas fronteiras: “(…) Meu objetivo é trocar sentimentos com o público. Eu quero ver o público aplaudir de pé, meu trabalho é muito sincero”. Ainda sobre os conterrâneos contemporâneos, Vitaraújo ressalta: “Todos se abraçam com muita facilidade, e mesmo eu sendo um erudito, também entrei nessa turma. Sai coisa de lá aos montes, e com qualidade, não é fast-food”. A espontaneidade do jovem de Pernambuco, portanto, depende sempre do espírito que se cria em torno do palco. “O público faz o show. Quando tem praia na cidade, sempre é mais quente”, diz. Tomara que faça sol…





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2014

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2020

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1969

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