M.Takara – reminiscĂȘncias
Lançamento
2019
2000
Hurtmold apresenta ‘El Ceterra’, um ĂĄlbum instrumental que explora paisagens sonoras complexas e envolventes. Com a participação especial de Rob Mazurek, o trabalho se destaca pela experimentação e pela combinação de elementos diversos, criando uma atmosfera Ășnica e cativante. ‘El Ceterra’ Ă© uma jornada sonora que convida Ă imersĂŁo e Ă descoberta, ideal para apreciadores de mĂșsica instrumental e experimental. Conheça a riqueza de detalhes e a originalidade desta obra, que promete surpreender e inspirar. Uma experiĂȘncia musical que transcende as fronteiras do convencional.

2019

2016

2016

2014
O Hurtmold nasceu em 1998, em SĂŁo Paulo, apĂłs o fim do grupo Pudding Lane. Os recĂ©m sem-banda Guilherme Granado, Fernando Cappi e Marcos Gerez começaram entĂŁo a tocar com os amigos MaurĂcio Takara e MĂĄrio Cappi, inicialmente por diversĂŁo. Pouco tempo depois a banda jĂĄ estava estabelecida e possuĂa duas fitas cassetes de boa circulação pelos cĂrculos alternativos tupiniquins: “Everyday Recording” (demo de 1998) e “[Hurtmold]3am: A Fonte Secou…”, lançada pela Spicy GravaçÔes ElĂ©tricas em 1999.
Em dezembro de 2000, o grupo lançou pelo selo mineiro Submarine Records o debut Et Cetera. Trata-se de um disco com influĂȘncias primĂĄrias de Sonic Youth e Fugazi, misturadas com referĂȘncias ao entĂŁo recente post-rock, mas sem posicionar a banda definitivamente em nenhum ramo, nem sequer a lĂngua na qual seriam cantadas as mĂșsicas (Guilherme canta alternando entre o portuguĂȘs e o inglĂȘs).
Essas indefiniçÔes começam a ser aniquiladas com o lançamento de Cozido, em maio de 2002, novamente pela Submarine Records. SĂŁo poucas as cançÔes com vocais (todas em portuguĂȘs), enquanto sobram viagens instrumentais que tendem mais para a meticulosidade de um Tortoise do que para a emoção explĂcita de um Mogwai. Pode-se dizer que nasceu neste segundo disco a identidade do Hurtmold, que daqui por diante nĂŁo lançaria nada que nĂŁo fosse resultado de evolução e esforço em nĂŁo se adequar unicamente a um estilo facilmente identificĂĄvel.
Neste ponto a banda jĂĄ possuĂa uma boa base de fĂŁs (considerando-se que estamos falando de Brasil) e era reconhecida principalmente por seus shows, onde a precisĂŁo e o talento de seus membros eram ainda mais evidentes. Ainda em 2002 a banda voltou ao estĂșdio paulista El Rocha (onde havia gravado seus dois registros anteriores) para preparar as mĂșsicas de seu prĂłximo trabalho.
Em julho de 2003 foi lançado o split com o The Eternals, grupo de Chicago que faz parte do cast da DeSoto Records. Neste split, onde cada grupo apresenta cinco mĂșsicas, o Hurtmold demonstra mais maturidade e objetividade. A banda agrega mais instrumentos em sua mĂșsica sem soar pedante ou sem direcionamento, gerando um definitivo patamar de igualdade e importĂąncia entre seus membros e chutando para longe quaisquer resquĂcios de convencionalidade que poderiam restar da Ă©poca de seus cassetes influenciados por HĂŒsker DĂŒ, e mesmo de seu primeiro ĂĄlbum, de trĂȘs anos antes. Mas enquanto o Eternals experimenta sem limites, a maior coesĂŁo do Hurtmold resulta em um ecleticismo consistente e suave, marcado pelo entrosamento e bom uso da criatividade de seus integrantes, que suscitam atĂ© paralelos com a musicalidade do jazz. Mesmo trazendo poucas mĂșsicas, Ă© o melhor trabalho do Hurtmold atĂ© aqui. Para a divulgação do trabalho, uma mini-turnĂȘ com o Eternals passou por SĂŁo Paulo, Campinas e Belo Horizonte.
Ainda em 2003 foi lançado o primeiro disco solo de MaurĂcio Takara, intitulado M. Takara, disponĂvel tambĂ©m pela Submarine Records. O ĂĄlbum possui faixas gravadas pelo baterista entre 2000 e 2003. Seu parceiro de Hurtmold, Marcos Gerez, contribui no baixo de duas mĂșsicas. Essa Ă©, por sinal, outra caracterĂsticas dos membros do Hurtmold, a participação em projetos paralelos: Takara toca tambĂ©m no Instituto, alĂ©m de colaborar com artistas de outras praias como Otto e o rapper Xis. Guilherme toca tambĂ©m no Againe e, junto com Marcos Gerez, no Van Damien. MĂĄrio Cappi participa do Polara.
A banda voltaria alguns meses apĂłs o lançamento de “Hurtmold/The Eternals” ao estĂșdio El Rocha para preparar seu prĂłximo trabalho. Um novo membro foi adicionado Ă formação do grupo: o percussionista e clarinetista RogĂ©rio Martins, que veio para aumentar o arsenal de possibilidades da jĂĄ rica sonoridade da banda. A expectativa dos fĂŁs foi enorme. Mestro foi lançado em julho de 2004 pela Submarine, com ares de disco definitivo do Hurtmold.
Em 2007, sai o 5° disco dos caras intitulado com o mesmo nome da banda, Hurtmold, que saiu depois de um longo jejum.
A banda Ă© conhecida por fazer um post-rock mais vigoroso que o convencional, utilizando bastante instrumentos de percussĂŁo, com influĂȘncias diversas que vĂŁo do jazz, passando por minimalismo, punk rock atĂ© chegar a ritmos regionais da mĂșsica brasileira. Outra caracterĂstica do Hurtmold Ă© o fato dos seus integrantes trocarem os instrumentos entre si durante as apresentaçÔes ao vivo.
Discografia:
ET cetera – 2000
Cozido – 2002
Hurtmold / The Eternals – 2003
Mestro – 2004
Hurtmold – 2007





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