Saulo Duarte – Avante Delírio
Lançamento
2018
2014
“Quente”, de Saulo Duarte e a Unidade, é o segundo álbum da banda e marca uma evolução sonora em relação ao seu trabalho anterior. Enquanto o primeiro álbum combinava o suingue do Norte com o brega dos anos 70, “Quente” se concentra no cruzamento dos ritmos da Amazônia brasileira com os sons da América Latina. Saulo Duarte, nascido em Belém (PA) e radicado em São Paulo (SP), traz em sua música a influência de suas origens nortistas, criando uma sonoridade rica e diversa que explora a identidade musical brasileira e latino-americana. Ouça e conheça a riqueza musical de Saulo Duarte e a Unidade.

2018
Saulo Duarte é cantor e compositor paraense que juntamente com Klaus Sena (baixo), Beto Gibbs (bateria), João Leão (teclado) e Tulio Bias (percussão) formam a banda Saulo Duarte e a Unidade.
A banda reside em São Paulo há quatro anos e em 2012 lança seu disco de estréia na parceria entre os selos YB Music e Baritone Records, disco dirigido pelo renomado produtor Carlos Eduardo Miranda com participações especiais de Tulipa Ruiz (SP), Daniel Groove (CE) e Diogo Soares (dos Los Porongas, AC).
Uma pitada de carimbó. Uma dose farta de guitarrada. Adicione um toque brega da música romântica brasileira dos anos 70. Misture com o romantismo de Roberto Carlos, o poderoso suingue do violão de Jorge Ben e o pop de Paul McCartney. O resultado é o primeiro disco de Saulo Duarte e a Unidade, que tem produção de Carlos Eduardo Miranda e acaba de ser lançado pela YBmusic.
Em fevereiro de 2010, Saulo Duarte (guitarra e voz), Klaus Sena (baixo), Beto Gibbs (bateria) e João Leão (teclados) se reuniram no estúdio Cambuci Roots para dar início às gravações do primeiro trabalho autoral da banda.
Do encontro casual com o produtor Carlos Miranda, o disco tomou outro rumo. “Conheci o Miranda em 2010 na Feira da Música de Fortaleza. Estava lá pra tocar com a Tita Lima e o Miranda viu o show. Depois apareceu no camarim e falei do trabalho que estava em produção. Mandei o que tinha gravado e ele curtiu bastante. Era algo ainda cru, precisando de alguns retoques e ele coordenou a gravação de uns overdubs e produziu o disco juntamente com o Mauricio Tagliari. Miranda é meu guru!”, comenta Saulo.
A maioria das composições tem assinatura de Saulo Duarte, com exceção de “Não vale a pena” (Saulo Duarte/Beto Gibbs), “Manda ela comprar um iglu” (Saulo Duarte/Klaus Sena/Beto Gibbs) e todos os arranjos são de autoria da banda.
De fora, vêm as participações especiais de Vitor Colares do Fóssil (“Onze horas” e “Não vale a pena”), João Eduardo(“Nada pra depois”, “Não vale a pena”, “Meu sonho e você”), Felipe Cazaux (“Amor e otras cositas más”), Diogo Soares do Los Porongas e Daniel Groove (“Que Massa”) que dividem também a autoria da canção e Tulipa Ruiz (“Onze Horas”).
“Moro em São Paulo há três anos e meio e a cidade talvez seja a principal influência do disco. As canções do disco são muito confessionais, de coisas que eu vivi e quase todas as canções foram compostas aqui. Há referência à ruas, bairros e até mesmo metrôs. A canção “Que Massa” foi feita pra São Paulo num hino de amor e ódio, reafirmação do sonho e certeza de que aqui cabe tudo isso”, complementa Saulo.





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1976

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