Banda Eddie – Carnaval Chanson
Lançamento
2023
2015
O álbum ‘Selvática’ (2015), de Karina Buhr, é uma ode à força e à ancestralidade feminina. Inspirado em textos sagrados e na representação de animais selváticos, o disco evoca a imagem de mulheres guerreiras de diferentes partes do mundo, como as do Daomé e do Brasil. A sonoridade é diversificada, transitando entre momentos mais pesados e outros mais leves, com toques de reggae, ciranda e uma percussão marcante que retorna ao trabalho da artista. Produzido por Bruno Buarque, MAU, André Lima e Victor Rice, ‘Selvática’ nasceu de um processo de seleção cuidadoso, partindo de 15 músicas iniciais até chegar às 11 faixas que compõem o álbum final. A faixa-título, com a participação de duas artistas especiais, surgiu no final da gravação, como um elemento de costura para completar a obra. Conheça a musicalidade vibrante e a mensagem poderosa de ‘Selvática’.

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Karina Buhr (Salvador, 20 de maio de 1974) é uma cantora, compositora, percussionista e atriz brasileira. Nascida em Salvador, na Bahia, aos 8 anos se mudou para Recife. Iniciou sua carreira musical em 1994 em Recife, nos grupos de maracatu Piaba de Ouro e Estrela Brilhante. Após anos à frente do grupo Comadre Fulozinha, lançou seu primeiro trabalho solo em 2010. Integrou ainda as bandas Eddie, Bonsucesso Samba Clube e Véio Mangaba e suas Pastoras Endiabradas, além de ter trabalhado com Mundo Livre S/A, Mamelo Sound System, DJ Dolores e a cantora Iara Rennó. Fez parte da companhia Teatro Oficina, tendo participado da montagem de Os Sertões.
Karina nasceu em Salvador, e aos 8 anos, foi morar em Recife e viveu intensamente a ebulição musical da cidade, desde o começo dos anos 90, primeiro cantando e tocando percussão em vários grupos como os maracatus Estrela Brilhante do Recife e Piaba de Ouro, o Véio Mangaba e suas Pastoras Endiabradas, além de acompanhar cavalos marinho, rodas de coco e ciranda em Recife e no interior de Pernambuco e tocou em bandas como a Eddie, Bonsucesso Samba Clube, Dj Dolores e Orchestra Santa Massa, (com Erasto Vasconcelos e Antônio Nóbrega).
Em 1997 formou a banda Comadre Fulozinha, com a qual lançou 3 discos, integrou trilhas sonoras, como do filme Deus é Brasileiro, fez várias turnês brasileiras e uma turnê mundial de 2 meses, entre França, Suíça, Suécia, Bélgica, Canadá e EUA. Foi com a Comadre Fulozinha que se revelou compositora e também ilustradora, com os desenhos das capas e encartes dos discos da banda (são dela também os desenhos do encarte de “Eu Menti pra Você”, seu primeiro trabalho solo).
Radicada em São Paulo desde 2003, integrou a companhia Teatro Oficina Uzina Uzona, a convite do diretor José Celso Martinez Correa. Com o grupo participou de “As Bacantes” e das cinco peças que compõem “Os Sertões”, em temporadas em São Paulo, na turnê brasileira 2007 (Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Quixeramobim e Canudos), na gravação dos DVDs e na abertura da temporada 2005/2006 do teatro Volksbühne, em Berlim.
Após esse período praticamente dedicado só ao teatro, a música parecia chamar Karina ainda mais forte. Foi, então, que decidiu que era hora de dar mais atenção e focar em sua vontade de cantar. Em 2010, Karina Buhr lançou seu primeiro álbum, chamado “Eu Menti pra você”. O Disco trouxe músicas com influências do rock, ska, MPB e ritmos nordestinos, com letras que retratavam o cotidiano. Foi produzido e lançado de forma independente, tendo sido muito bem recebido pela crítica e eleito o 3º melhor disco nacional de 2010 pela Rolling Stone Brasil.
Um ano depois do sucesso de Eu Menti Pra Você, a cantora chegou arrebentando a zona com o lançamento do single “Carapalavra”, que abre seu segundo trabalho, Longe de Onde. Aí vem a agressão, em contraponto com as guitarras assimétricas de Fernando Catatau (Cidadão Instigado) e a bateria nervosa de Bruno Buarque, que acompanha o devaneio ensandecido de Karina: “despertador, apaga a dor, vai embora – fica!”. E ela vem com seus gritos estridentes de uma Janis Joplin tropical num flerte muito bem-sucedido com o hard rock.
O baixista Mau, junto com o baterista Bruno, ajudaram Karina a consolidar sua sonoridade repleta de contrapontos estéticos, que não só despertam interesse ao ouvinte, como dão unidade ao seu som. Para ajudar, o guitarrista Edgard Scandurra contribui com seus riffs simples e densos, seja no clima maresia de “Não Me Ame Tanto” ou no tempero de “Guitarristas de Copacabana”, faixa acelerada pelo baixo de Mau.
Outra informações:
Antes de embarcar na carreira solo, além da experiência com o Comadre Folozinha, Karina também integrou a banda da cantora Iara Rennó, como percussionista, em turnê do show Macunaíma Ópera Tupi. Participou das trilhas do filme e da peça “A Máquina” dirigidos por João Falcão, com direção musical de Dj Dolores e fez direção musical da trilha da peça “O Pequenino Grão de Areia”, de João Falcão, dirigida por Luciana Lyra.
Tem participações em CDs da Mundo Livre S/A, Eddie, Erasto Vasconcelos, Antônio Nóbrega, Dj Dolores, Cidadão Instigado, Marina Lima, Anelis Assumpção, Bárbara Eugênia e nas coletâneas Reginaldo Rossi, Baião de Viramundo, Pernambuco em Concerto, Music from Pernambuco, Música de Pernambuco, Revista Bexiga Oficina do Samba, + SOMA, entre outras, além de incontáveis coletâneas virtuais, lançadas por blogs e sites de música, pelo mundo afora. Nas palavras da jornalista Patrícia Palumbo: “Tem que ouvir agora mesmo Karina Buhr! Compositora talentosa, singular, de poesia tocante. Canta bonito, escreve letras únicas, tem uma sonoridade incrível, nova, original”.
Sites oficiais:
www.karinabuhr.com.br
www.myspace.com/karinabuhr





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