Junio Barreto – Setembro
Lançamento
2011
2024
O cantor e compositor Junio Barreto está de volta após 13 anos com o álbum ‘O Sol e o Sal do Suor’, produzido ao lado de Rovilson Pascoal e Marcus Preto. Celebrando 20 anos de seu disco de estreia e 13 anos de ‘Setembro’, este novo trabalho é uma ode à alegria, à dança e à esperança. As 10 canções exploram temas como amor (‘Concórdia do Amor’, ‘Ata-me’), prazer, contemplação e beleza, com palavras que evocam sentimentos positivos e a celebração da vida. Um retorno marcante para um artista aclamado, que convida a se entregar ao ‘gostoso perigo de viver um grande amor’ e à ‘permissão do corpo ao prazer’. Ouça e descubra a energia contagiante deste álbum!

2011
Junio Barreto, poeta de tempo próprio
Ainda pivete, graças ao rádio “Transglobo” de seu pai, Junio Barreto começou a notar que a distância entre Caruaru e o resto do mundo era menor do que sugeriam os livros de geografia. Sabedor da ausência de fronteiras da música, guardou os ritmos do agreste no juízo e se mandou, ainda adolescente, pro Recife. Aboios, violeiros, baião, banda de pífanos, frevo, coco, xaxado _levou tudo junto em seu matulão.
Ouviu muito rock inglês, fez seu próprio rock _liderando a banda Uzzo_, compartilhou da gestação do mangue beat. Os comichões só aumentaram, e Barreto pegou a estrada de novo.
Impregnado de agreste, sertão e litoral, aportou na concrete jungle paulistana suavemente, sem alarde.
Aos poucos São Paulo foi se abestalhando com o namoro de candomblé e drum’n bass celebrado pelo seu novo inquilino. Voz de tenor, alma negra, o sossego em pessoa, Junio Barreto 40 anos, amigo e parceiro de Otto, lança agora seu primeiro disco solo.
Com 10 faixas, o independente “Junio Barreto”, viabilizado pela lei de incentivo à cultura do governo de PE, tem o terreiro em sua essência, seja o terreiro de maracatu, de candomblé ou mesmo o pedaço de barro batido que abriga almas e passos em quintais pelo Brasil afora. São sambas conduzidos com melancolia e delicadeza, aboios que se transfiguram a partir de arranjos modernos e sofisticados.
Nove das dez canções são da lavra do autor. A exceção só confirma a regra de que não se trata de um disco comum. Em “A Mesma Rosa Amarela”, letra do poeta Carlos Pena Filho musicada por Capiba e anteriormente gravada por Maysa, o vozeirão de Junio é acompanhado por um esmerado piano acústico de Lincoln Antônio e por moogs, numa combinação de arrepiar.





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