Ivan Conti – Poison Fruit
Lançamento
2019
1984
Em homenagem ao grande Ivan ‘Mamão’ Conti, apresentamos ‘The Human Factor’ (1984), seu primeiro álbum solo. Gravado entre o Rio de Janeiro e os Estados Unidos, este trabalho transcende o rótulo de Jazz Fusion, sendo pura música brasileira, latina e mundial. Com produção de Ivan, o álbum conta com a participação de diversos amigos e parceiros, resultando em 7 faixas tropicais, cheias de psicodelia ensolarada, prog em linhas de baixo e elementos percussivos marcantes. Uma obra que revela o talento de Ivan não apenas como baterista, mas também como produtor e visionário. Ouça e descubra a riqueza musical deste álbum obscuro, resgatado para que a arte de Ivan Conti continue viva para sempre. Uma verdadeira joia da música brasileira!

2019
Ivan Conti, ou simplesmente Mamão, é baterista e percussionista brasileiro, conhecido mundialmente por fazer parte do trio Azymuth. É considerado um dos artistas mais destacados do jazz-brasil, incluindo a cena jazz-funk carioca.
Ivan escuta boa musica desde criança, quando seu pai costumava realizar encontros no quintal de casa com os bambas do samba da época, como: Garoto, Waldir Azevedo, Jackson do Pandeiro, Jacob do Bandolim entre outros.
Sua carreira musical se iniciou no princípio dos anos 60 com o grupo “Os Dissonantes”. Nessa mesma época frequentava o Beco das Garrafas, famoso lugar em Copacabana onde se podia escutar Jazz e Bossa-nova. Lá tocavam artistas como Edson Machado, DoUm Romão, Johnny Alf, Leny Andrade, Dolores Duran, Silvinha Telles e muitos outros.
Dedicou-se à bateria aproveitando-se das canjas que lá haviam desse instrumento, passando a trabalhar durante os cinco anos seguintes em quase todas as casas noturnas da zona sul do Rio, já como baterista profissional. Em 1968, fez parte do grupo de rock “The Youngsters”, inaugurando, neste mesmo ano, o Canecão, famosa casa de shows do Rio de Janeiro.
Já com experiência como músico de estúdio, participou da gravação da trilha sonora do filme “O Fabuloso Fittipaldi”, composta por arranjos de Marcos Valle. E foi dessa gravação que fizeram parte o tecladista José Roberto Bertrami e o baixista Alex Malheiros, com quem Mamão formaria o Azymuth, debutando com um trabalho homônimo em 1974 e logo destacando-se com seu “crazy samba”. A partir de então gravaram mais de 30 álbuns, excursionando pelo mundo inteiro até hoje.
Também trabalhou com outros grupos e artistas, como: Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Marcos Valle, Paulinho da Viola, Edu Lobo, MPB4, Alcione, Vinícius de Moraes, Toquinho, Raphael Rabello, Agnaldo Timóteo, Leny Andrade, Chico Buarque, Eumir Deodato, Gal Costa, Clara Nunes, Maria Bethania, Raul Seixas, Quarteto em Cy, Rita Lee, Paul Mauriat, Banda Veneno, Stanley Jordan, Andreas Vollenweider, Jorge Ben, e mais recentemente com Seu Jorge, Marcelo D2 e Madlib, entre outros.
Fez parte também de várias orquestras, incluindo a de Paul Mauriat, a Banda Veneno de Erlon Chaves, a Orquestra da Radio Nacional do Rio de Janeiro, a Orquestra da TV Tupi (dirigida pelo Maestro Cipó) e a Orquestra do Maestro Gaia.
Trabalhando também como produtor, destaca-se em trabalhos como Grupo Batuque, Os Ipanemas e Jurgen Sifelder.
“Em minha vida musical e nas minhas obras, me envolvi com músicos do mais alto nível onde tentamos mostrar como é importante a música instrumental e vocal do meu país.” (Ivan Conti Mamão)





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1969

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