
Quando se fala em Metal, naturalmente que se remeta a Europa e suas tradições. Mas o estilo está espalhado por todo mundo e uma, digamos, adaptação é muito bem vinda. Aqui no Brasil a pioneira quando se trata de juntar metal com a tradição indígena é a Arandu Arakuaa, que tem letras em Tupi-Guarani (que engloba várias línguas indígenas). Eis que em Natal surgiu a Ìsinkú. Nome Iorubá. Sendo assim a banda funde o africano e o brasileiro, ou o que tange a parte indígena da nossa população. No caso da Ìsinkú o Black Metal é a base sonora para as letras que falam de rituais fúnebres, vingança, misticismo e até o canibalismo. Muitos índios acreditavam que devorando os derrotados ou entes próximos, em sinal de respeito, se absorvia o que os fazia…
Fonte: hominiscanidae.org