Belchior – Alucinação
Lançamento
1976
1974
Lançado em 1974, ‘Mote e Glosa’ marca a estreia de Antônio Carlos Belchior Fontenelle Fernandes, conhecido como Belchior. Originário de Sobral, Ceará, Belchior trocou a faculdade de medicina pela música, integrando o movimento do Pessoal do Ceará ao lado de Fagner e Ednardo. O álbum é uma rica tapeçaria sonora, combinando elementos de folk, MPB e psicodelia, com letras que exploram a vida urbana e questões sociais com uma sensibilidade única. ‘Mote e Glosa’ revela a diversidade musical e a riqueza conceitual que caracterizam a obra de Belchior, um artista que soube traduzir as necessidades e os conceitos de uma nova geração. Ouça e descubra a genialidade de Belchior!

1976

1976
Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, conhecido simplesmente como Belchior (Sobral – CE, 26 de outubro de 1946 – Santa Cruz do Sul – RS, 30 de abril de 2017), foi um cantor e compositor brasileiro. Um dos membros do chamado Pessoal do Ceará, que inclui Fagner, Ednardo, e outros. Belchior foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.
Seu álbum Alucinação, de 1976, é considerado por vários críticos musicais como o mais revolucionário da história da MPB e um dos mais importantes de todos os tempos para a música brasileira.
Belchior ganhou o primeiro lugar no IV Festival Universitário de 1971 com a música “Hora do almoço”, interpretada por Jorge Melo e Jorge Teles. Entre os seus maiores sucessos estão “Apenas um Rapaz Latino Americano”, “Como Nossos Pais”, “Mucuripe” e “Divina Comédia Humana”. Outras composições de Belchior de grande sucesso foram “Paralelas” (gravada por Vanusa) e “Galos, Noites e Quintais” (regravada por Jair Rodrigues). Em 1983 fundou sua própria produtora e gravadora, Paraíso Discos, e em 1997 tornou-se sócio do selo Camerati.
Belchior faleceu em 30 de abril de 2017, aos 70 anos, na cidade de Santa Cruz do Sul. A causa da morte foi rompimento da aorta, a principal artéria do corpo humano. O Governador do Ceará, Camilo Santana, decretou luto oficial de três dias, providenciando o traslado do corpo, garantindo assim, o desejo do cantor de ser enterrado no Estado do Ceará, sendo velado em Sobral, sua cidade Natal, e sepultado em Fortaleza.





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2014


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