Baco Exu do Blues – QVVJFA?
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2022
2020
A resenha do álbum ‘Não Tem Bacanal na Quarentena’ de Baco Exu do Blues mergulha em discussões que transcendem a música em si. O texto reconhece o talento e a ascensão do artista, mas questiona o contexto de seu sucesso, apontando para a influência de investidores e a apropriação por parte da mídia branca. A análise critica a narrativa de que o apoio da mídia seria um ato de inclusão genuína, sugerindo que pode ser uma forma de justificar o racismo estrutural e o controle sobre o que é ouvido no país. O álbum é visto como um produto de uma caminhada complexa, marcada por talento, parcerias e, possivelmente, uma certa manipulação midiática. A resenha convida à reflexão sobre o papel da mídia na construção de narrativas e na perpetuação de desigualdades.

2022

2018

2017
O soteropolitano Diogo Moncorvo, mais conhecido como Baco Exu do Blues, é um dos dois MC’s do grupo Direto do Hospício, vulgo D.D.H. juntamente com Mobb e um dos fundadores do selo baiano Oldisgraça.
Ganhou destaque na cena após o lançamento da sua faixa “Sulicídio” que para muitos trouxe reflexos profundos ao rap nacional. É reconhecido por suas metáforas fortes e a crueza de suas letras, fruto das suas inspirações vinda das ruas de Salvador.
Seus trabalhos solo incluem o EP OldMonkey e o álbum Esú, lançado em Setembro de 2017.





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1974

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