Almério e Martins – Ao Vivo No Parque
Lançamento
2022
2017
‘Desempena’, o segundo álbum do cantor e compositor pernambucano Almério, é uma homenagem à rica produção musical de Pernambuco. Com timbre vocal que evoca a tradição de artistas como Ney Matogrosso, Filipe Catto e João Fênix, Almério dá vida a canções de Martins, Isabela Moraes e Valdir Santos, em parceria. Produzido por Juliano Holanda, o álbum combina violão e baixo em arranjos que transitam entre a MPB, o pop e o alternativo. A faixa ‘Queria ter pra te dar’ foi escolhida como single e demonstra a sensibilidade e a originalidade do artista, que iniciou sua carreira em Caruaru. Conheça uma obra que celebra a cultura pernambucana com uma sonoridade contemporânea e envolvente.

2022

2013
Sinto o sotaque dos meu amigos pernambucanos enquanto escrevo e ouço essa obra prima do meu mais novo amigo da boa música, Almério. Menino que nasceu na cidade de Altino (PE). Sua vida no interior de Pernambuco logo o fez acontecer como espirito de arte e transformar sua sensível visão em belas composições que vieram brotar em lindas e respeitosas canções que hoje embalam minha vida na cidade de São Paulo. O tráfico de músicas permeou também Caruaru e Recife, onde fez seu intercâmbio nas artes com outros grandes compositores e amigos da poesia.
Nesse ciclo de conexões formidáveis, foi inevitável que Almério e eu nos encontrássemos pela arte. Graças aos nossos inspiradores amigos, Isabela Moraes e Paulo Neto, também grandes artistas pernambucanos, esse elo foi firmado com todas as energias possíveis. Desde que nossos amigos freqüentam os saraus do afofo musicoteca, todos falam em Almério.
Jovem compositor, arranjador, ator e arrebatador dos bons ouvidos me fez apaixonar por sua primeira obra homônimo antes mesmo de ouvi-la. Recebi sua carta com lindos mimos de sua terra e um texto sensível sobre seu sentar para escrever uma carta, coisa que não fazia ha muitos anos. Fiquei maravilhado com tanto amor e apreço com uma relação feita até então sobre o campo do amor pela arte. Nossa conexão já é para sempre.
Com composições profundas e arranjos de diamantes, é inquestionável a força e eternidade de sua obra. Impossível arranhar algo tão genuíno. A poesia do sertão quente e cheio de cores terrosas nos trazem refresco e mata nossa sede com um oásis de poesias amorosas. Um disco na medida necessária para bons ouvidos: nem mais, nem menos, na dose suficiente para reconhecer o artista criador do que se é hoje.
Inteiramente livre, sua singeleza nos permeia por de arranjos delicados dando espaço suficiente para sua voz marcante e seus movimentos imaginários. Não é por acaso que Ceumar abraçou seu talento em uma participação mais que merecida na faixa “São João do Carneirinho”, uma composição encantadora da compositora e cantora Isabela Moraes, outra grande amiga e aposta que deve pintar breve breve aqui na musicoteca. O disco também é produzido por Lucky Luciano que também participa do álbum com uma a bela composição de “Na Velocidade”. Indo além, somos surpreendidos com as composições do mestre Lula Queiroga, Valdir Santos, Dani Torres, Vertin Moura e Ícaro Tenório.
Sem muitas delongas, pois a boa música nos espera.
Com vocês: Almério! O além-homem!





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1973


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1997

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